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Experimentalista

Um blog onde exponho publicamente as pipas de massa que já gastei, dividindo-as em "bem empregues" e "desgostos"

01
Jun16

Ainda me perguntam porque não me despeço #1

Sarah

Trabalho num R/C com acesso directo para a rua. É mesmo só abrir a porta e estou no passeio e eu até gosto disso! Agora com o sol e o calor, rapidamente vou à rua fazer a minha fotossíntese. Apenas um problema advém deste facto: a mesma proximidade que eu tenho da rua, a rua tem de mim.

 

Situações verídicas em nada ficcionadas e altamente traumatizantes:

 

1- Já me entraram 3 pombos no escritório. Um deles parecia tuberculoso, mau demais para estar vivo por isso irei chama-lo de WalkingPombo. Tive que andar à vassourada a todos eles, sendo que um ainda voltou a meter a cabeça dentro da porta como quem diz "I´ll be back bitch!"

 

2-Já abriram a porta (que estava encostada) e disseram: ISTO EM 1945 ERA UM TALHO! Não, não me enganei e escrevi com letra maiúscula. A pessoa abriu a porta e berro isto cá para dentro. Depois disse que era só para matar saudades e foi-se embora.

 

3-O carteiro, durante a minha hora de almoço, dá-me duas porradas na porta e pede para deixar comigo as encomendas e o correio de outras pessoas porque "isto aqui dá-me muito mau jeito de andar! Eu depois passo cá!". Eu fui assim, o carteiro do carteiro. Inception?

 

4-Já abriram a porta e pediram um cigarro. Sim, exactamente assim. 

 

5-Hoje entrou um homem carregado com presentes com papel do Toys´r´us e enquanto falava ao telefone pediu-me uma caneta. Terminada a chamada, devolveu a caneta e foi à vida dele. 

 

6-Já tive 3 indianos a baterem-me a porta, a entrarem e a perguntarem se isto não era um café para alugar. Epah....

 

7- Um mafioso russo entrou e perguntou pela senhora que preenche os IRS. Tinha mais dentes de ouro que um rapper americano e era maior do que o armário médio do IKEA. Mandei-o à porta do lado e ele foi. Se oferecesse mais resistência, teria que o meu verdadeiro nome é Nuno e legalmente ainda não sou uma senhora.

 

Pergunto se há forma de combater este flagelo, com medicação ou cancelas, ou até mesmo com um alarme que dispare lasers, tipo Resident Evil. Não? Ideias?

 

Sarah

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