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Experimentalista

Um guia, uma ideia, uma sugestão, ou apenas um sítio onde vir dar um passeio

Experimentalista

Um guia, uma ideia, uma sugestão, ou apenas um sítio onde vir dar um passeio

Sex | 17.03.17

Experimentalista Recomenda: Produtos delas para eles - A Barba

Sarah

Quando eu conheci o meu Querido ele tinha daquelas faces que parecem umas bundas de neném, de tão aparada que andava aquela barba. Eu gostei (claro!) mas eu tenho um fascínio qualquer pelo fenómeno viking, pela barba máscula, pelo mato desgovernado que cresce na cara dos homens e comecei, discretamente claro, a dar-lhe a entender que gostava que ele experimentasse usar a barba comprida. 

Claro que tudo isto se tornou uma realidade, quando o próprio do homem se apaixonou por si mesmo ao ver-se de barba. Contudo, nenhum de nós estava preparado para o volte face que a barba dele ia dar na nossa relação: é que, senhoras e senhores, ele não tem só barba. Ele tem um porco espinho furioso a nascer-lhe na cara! A bicha é uma daquelas babas negras, de pirata do médio oriente, mais grossa do que o próprio cabelo! Resultado, não só ele teve que aprender a apará-la e a domar a pilosidade facial, como começou a usar alguns produtos específicos para a barba. Nada garantiu um grande sucesso. 

Ele começou com os óleos. De várias marcas, com vários preços, prometendo os mais variados resultados. Nada. Foi como cortar mato com uma tesoura da escolinha. Passou então aos séruns e ás pastas de pentear. Nada. Ainda que com a pasta tenha conseguido reduzir o volume da coisa mas deixava uma espécie de caspa na barba. Até que eu comecei a fazer contas de cabeça e pensei: se funciona no meu cabelo, funciona na barba dele! E eis que eu lhe passo para as másculas mãos, o meu amaciador e o meu óleo de pontas.

Uso esta gama de amaciadores desde que saíram: são bons, baratos e deixam-me o cabelo a parecer outro. Agora uso a gama para caracóis por ser uma fórmula mais leve e assim, consigo manter os jeitos naturais do meu cabelo e a hidratação. Agora o meu homem usa-o na barba e a diferença é imediata: os pêlos já não parecem zangados com o mundo à sua volta e ficam mais moldáveis.

Mais um produto L´Oreal e mais um sucesso. Não é fácil encontrar um óleo que não deixe o cabelo pastoso nas pontas mas este é maravilhoso. O cabelo fica leve, é rapidamente absorvido e dura-me quase um ano, com aplicações diárias (mesmo sem lavar o cabelo, todos os dias ponho um pouco nas pontas). Agora, é também o maior sucesso para a barba: deixa-a macia macia, sabem? Até dá gosto passar a mão naquela cara peluda! E o cheiro é muito agradável e não cria caspa ou alergias. 

Portanto, senhoras, se tem um barbudo em casa proponham-lhe os vosso produtos. Senhores, a mulherada gosta de barba, não de maus tratos ao nível dos beiços que ninguém vos beija a parecer um scotch brite. 

Sarah

Sex | 17.03.17

Experimentalista Experimentou: YouthLab e Quem disse Berenice

Sarah

O mês passado decidi experimentar duas marcas de cuidados, uma portuguesa e uma brasileira, ambas focadas na pele, no cuidado e no embelezamento da dita.

A marca YouthLab é portuguesa e tem um princípio que me agrada muito: a cosmética descomplicada. Muitas vezes, eu pelo menos, sinto-me assoberbada com a oferta do mercado. É cremes para isto e para aquilo, séruns, loções, pré e pós maquilhagem, para o sol e para a chuva. Too much. E a YouthLab vem "acabar" com isto, criando uma gama de cuidado simples, sem parabenos e químicos agressivos, com ou sem protecção solar, com ou sem cor (como os cc cream) e anti envelhecimento, sendo que todos os produtos têm o objectivo de trabalhar a pele desde dentro para que a aparência jovem seja permanente e não apenas imediata.

Eu decidi experimentar o protector solar factor 50 de uso diário. Por alguns motivos (um deles, ter sardas) eu preciso de protecção alta no rosto, mesmo de inverno e mesmo usando base todos os dias. O ano passado descurei este cuidado e o resultado foi ficar ás pintas o verão todo! Eu adoro as minhas sardas mas sei que, a longo prazo, corro o risco de ficar uma velha ás manchas. A textura é óptima para protector solar, muito leve, comporta o uso de base sem deixar a pele oleosa e o cheiro é óptimo. E existe para pele seca e pele oleosa. Paguei cerca de 23€, o que para creme de farmácia é muito muito bom. Ficam aqui as lojas, por todo o país. O site não vende online mas podem sempre tentar fazer uma encomenda. Os produtos são mesmo muito bons.

De seguida, fui à Quem Disse Berenice?. A empresa faz parte do grupo O Boticário e vende cosméticos de toda gama, boca, olhos, pele, unhas, etc. Gostei do conceito desde que me foi apresentado: a marca, como o nome indica, procura acabar com o "pode e não pode", dando a cada uma das suas clientes a liberdade e a gama que lhe permita usar o que quer e o que gosta. 

No meu caso, uso uma base de alta cobertura, a Dermablend da Vichy e decidi experimentar a desta marca. Não contêm óleo por isso as peles mais oleosas comportam bem mas as mais secas necessitam de hidratação e um bom primer (que também comprei), ou ficarão com as pequenas linhas de expressão vincadas. Custa 14,90€ mas eu comprei-a com um desconto de 30%. Em relação ao primer, estou a adorar! Deixa a pele completamente mate, preenche as rugas de expressão e, mesmo só usando com a dermablend, noto que a base me dura muito mais tempo (e eu tenho o vício terrível de andar sempre com as mãos na cara..). Deixo aqui o directório de lojas. Vou certamente voltar que os batons mate deles são lindos e eu se há coisa que adoro é as beiças coloridas!

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Oh pra mim a tirar fotos com enquadramento à lá Blogger de moda!

Conhecem ou já experimentaram algum destes produtos?

Sarah

 

Qui | 16.03.17

Só eu que acho isto?

Sarah

Saíram hoje os resultados de um estudo sobre os hábitos alimentares dos portugueses e parece que voltaram a descobrir a roda, tais não foram as reacções e os espantos que vi um pouco por todo o lado.

Mas é preciso mesmo um estudo para vermos que os portugueses estão gordos e cada vez mais gordos? Basta sair à rua minha gente! Quando eu era miúda, há 25 anos atrás, era "raro" ver uma pessoa muito gorda, tanto que eu, semente do mal, me dedicava a ir na rua a passeio e a contar os gordos muito gordos. Agora, as pessoas gordas estão em todo o lado (nada contra atenção!) e, chegando a época balnear é quando se notam mais as disparidade do passado para a actualidade. E de quem é a culpa?

Alguns dizem que é da crise (em certa parte, concordo) pois comer bem, fresco e de uma origem saudável, sai caro. Mas, não fica mais caro comprar medicação para a hipertensão, colesterol alto e diabetes? Ainda que a medicação para a diabetes seja grátis há outras que não são como a medicação para a depressão. Tudo isto fica muito, mas muito mais caro do que comer peixe e legumes do mercado mais perto. Outros, acusam os novos hábitos alimentares como o fundo da questão: que nos tempos idos a proporção alimentação/exercício físico era muito mais equilibrada, nós éramos seres não sedentários e muitas vezes a refeição principal era uma sopa com couves e feijões. Tudo muito certo mas, alguém, alguma vez, se viu obrigado a comer pizza ou um cheeseburger? Alguém teve a mãe a apertar-lhe o nariz para comer bolachas de chocolate e cerelac ás colheres? Isto comigo só acontecia com brócolos. 

Os doces, o açúcar, são vícios e as pessoas ainda não se mentalizaram disto. O açúcar mexe directamente com os nossos centros de prazer no hipotálamos, dá a satisfação instantânea e deixa-nos num sugar rush de felicidade e energia. O mesmo com os corantes e aromas artificiais. Tudo isto é vício e, quem o tem, sabe o quão difícil pode ser de controlar e de mim falo que eu, quando estou a desejar açúcar, não descanso enquanto não desenrasco alguma coisa.

Agora....este espanto todo porque os portugueses estão mais gordos? A mim o que me choca nem são os adultos mas as crianças. Antigamente, o "puto gordo" da escola era um. E por isso, era o puto gordo! Agora, quantas crianças não vemos com barrigas dilatadas, pernas que parecem presuntinhos e sem qualquer tipo de incentivo (interno ou externo) à perda de peso e a um estilo de vida saudável? A geração de 90 é a primeira, A PRIMEIRA, desde que há estatísticas, que não deverá ultrapassar a longevidade dos seus pais, ou seja, a maioria destes miúdos não chegará aos 75 anos se não mudar rapidamente de estilo de vida. Isto é grave e eu não preciso de um estudo que mo diga.

Em miúda comia um bollycao por ano, talvez, e os meus lanches eram pão com qualquer coisa e um sumo ou leite em pacote. Podia ser melhor? Podia mas era certamente muito mais saudável do que a maioria da dieta diária de uma criança:

Pequeno almoço: cereais, de chocolate ou com "mel", porque "ele não gosta de outra coisa"

Lanche da manhã: um bolo de pastelaria ou um snack embalado, porque, "ele não gosta de outra coisa"

Almoço: qualquer coisa que a escola tenha na cantina, talvez douradinhos, com os miúdos sempre a fugirem à sopa e aos verdes

Lanche da tarde: uma barrita de cereais (mesmo as fit estão cheias de açúcar) e uma coca-cola (exemplo retirado de uma reportagem da sic sobre obesidade infantil), porque, "ele não gosta de outra coisa".

Jantar: pizza que a família não teve tempo de fazer jantar e também "porque todos gostamos".

Claro que toda a gente gosta: mais uma vez, os centros de prazer mandar em nós, criam pulsões e nós, mais ou menos, cedemos. Eu por mim vivia a bolos e batatas fritas! Oh alegria, poder encher-me de gorduras saturadas. Talvez não chegasse aos 40 mas, who cares, estou a viver a vida louca dos hidratos baby! E claro que os miúdos não querem pão, fruta e legumes: são "chatos", muito verdes, ou muito amarelos e não dão o kick instantâneo que eles já estão habituados.

Sou só eu que vejo que comemos mal e nos mexemos pouco, sem precisar do auxílio de estudos?

Sarah

Qua | 15.03.17

1 ano de Experimentalista

Sarah

Parece-me que esta mui tola casa celebra hoje o seu primeiro aniversário.

Há um ano atrás, criei este blog como um refúgio ao tédio e ao inacontecimento que reinavam em demasiados pontos da minha vida. Criei-o com o objectivo de ser um local útil, que a sua consulta e a sua leitura valessem a pena mas, seria "sempre" um blog nada pessoal. Claro que neste ponto me espalhei ao comprido e já aqui escrevi sobre mim, a minha relação, a minha vida, umas vezes mais do que queria, noutras, muito ficou por dizer. 

Um ano depois, gosto cada vez mais deste blog. Sinto necessidade de todos os dias vir cá e escrever e, mesmo que não escreva, leio, comento, vejo coisas boas, aprendo algo. Só por isso já valeu a pena no dia 15 de Março de 2016 pelas 17:11 tem aberto actividade como Experimentalista. 

Neste ano contabilizei:

 

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Ou seja, o que a malta quer é que eu reclame do mercado imobiliário em Portugal e que ajude velhinhas com os sacos! 

De qualquer forma, o meu sincero agradecimento pelos que todos os dias tiram uns segundos para ver a minha querida casa. É como se me conhecessem um pouco. Não vou fazer grandes discursos, prometer a festa do ano ou anunciar um novo projecto. Apenas posso dizer que se há um ano eu vivia no marasmo, hoje, sinto-me a ser colocada dentro de um daqueles canhões do circo, pronta para descolagem. Desejem-me sorte e uma aterragem fofinha!

Sintam-se sempre bem vindos.

Sarah

Seg | 13.03.17

Só se estraga uma casa #14

Sarah

Fui arranjar as unhas. Conheço bem a rapariga que me faz o gel (a única que não me deixa as mãos a parecer uma discoteca de aldeia) e ela já conhece bem o meu gosto. Além disso, somos parecidas em muitas coisas, estudámos em faculdades perto uma da outra (ela é professora primária....) e ela sabe que tenho uma sobrinha pequena. 

Enquanto mexia no telefone, ela viu uma foto da minha repolha e mimi para aqui e mimimi para acolá, pergunta-me se não tenho vontade de ter. Fiz ali uns segundos de silêncio e respondi que sim, que já tenho o relógio biológico a pedir nenucos de carne e osso. O seguinte diálogo é totalmente verdade:

 

S- Mas sabe.....neste momento, para já, sinto-me realizada?

T- A sério? Com a sobrinha.

S- Não, com o namorado. É o meu mai´velho e, enquanto não sentir que ele está pronto para sair do ninho, não me meto noutra.

Ela riu-se durante meia hora, eu acompanhei, e a conversa continuou.

T- Ai os homens....mas depois ele leva-a aos Açores.

S- Sim, é nesses momentos em que olho para ele como um adulto capaz e não como o meu pequeno rapaz! Nesses momentos tenho a certeza que um dia, ele poderá ser pai de alguém.

T- Mas ele ajuda em casa e essas coisas?

S- Sim, bastante, não me posso queixar! Até já faz sem eu lhe pedir! Mas depois dá uma queda a jogar à bola e pronto....tenho uma parida, de gémeos com parto natural, em casa, no meu sofá.

Mais meia hora de risada e a fazer pouco das capacidades masculinas de lidar com a dor e a doença...

T- Ah....fossem os homens a tê-los...

S- E tínhamos anúncios espalhados pelas paredes a pedir para as pessoas terem filhos porque a população está a acabar...

 

 

Unhas lindas e maravilhosas, papo feminino cáustico em dia, toca de ir para casa cuidar do meu homem em sofrimento atróz, tudo com massagens, ben-u-ron e, acima de tudo, todos os mimimis que o meu ser consiga produzir.

Sobreviveu.

 

Sarah

Seg | 13.03.17

O blog no telemóvel: DE-SES-PE-RAN-TE!

Sarah

Sou só eu que acho desesperante postar e responder a comentários no telemóvel?  A página do blog fica desformatada, não consigo responder a comentários sem tentar muitas (demasiadas) vezes primeiro e no fim, por vezes, perco o conteúdo. 

Isto só acontece comigo? É que nem sempre posso estar confortavelmente à secretária a mexer nisto....

 

Sarah

Sab | 11.03.17

Panquecas do Jamie Oliver aka Panquecas para totós

Sarah

Esta foi a receita que o Jamei ensinou à filha, num dos seus adoráveis programas de culinária. Eu gosto do tipo, ainda que a forma como ele se enche de comida até aos cotovelos me cause algumas ansiedades, mas gosto da forma descomplicada como nos passa as receitas e, acima de tudo, gosto do seu genuíno amor à comida.

 

Panquecas do Jamie

1 caneca de 250 ml de leite

1 caneca de 250 ml de farinha com fermento

1 ovo

1 pitada de sal

 

Difícil ne? Pois. Peneirem a farinha para dentro de uma tigela grande e de seguida juntem o leite e o ovo. Mexam com uma vara de arames para não formar grumos. Eu comprei uma mini frigideira para panquecas (5€ no Continente) e é a que uso, untada apenas com um pouco de manteiga no início. Não se esqueçam de temperar a frigideira: nunca metam a frigideira debaixo de água fria sem que esta esteja também fria ou o anti aderente vai à vida. 

Esta dose de ingredientes deu-me para 12 panquecas gordas e altas, logo para crepes, deve dar para uns 20. Por fim, o bom destas panquecas é que podem ser comidas com doce e com salgado por isso é só encher a barriga. 

A foto está desfocada....era da fome!

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Entretanto vi uns vegan e vegetarianos lunáticos a dizer que ele devia ter vergonha de ser um matador de seres vivos porque usou leite e ovos....que medo.

Sarah 

Sex | 10.03.17

Isto é a pior campanha de marketing não é?

Sarah

Há uma campanha da ERA que, para mim, é absolutamente errada, condenável e feia como as noites de inverno. 

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A estratégia passa por colocar uns papéis deste género nas portas e caixas do correio e esperar que os proprietários entrem em contacto com a pessoa indicada no cartão. Ou, como já me aconteceu, a dita pessoa (que está a fazer o seu trabalho, eu sei) vem bater-nos à porta a perguntar se vimos o papel e se queremos fazer negócio.

Agora, o porquê de eu ver esta estratégia de marketing como um atentado:

-de 2012 a 2016 o estado fez mais de 112 mil penhora, sendo que 1000 habitações estavam como registadas como "habitação permanente", ou sejam, eram casas de famílias. 

-Isto aconteceu por dívidas ao fisco e à segurança social. Dando o enquadramento, desde 2008 e da crise financeira, Portugal perdeu nos últimos anos 300 mil postos de trabalho. Fazendo um somatório básico, se não tens emprego nem dinheiro para pagar a comida, água e luz, muito menos tens para renda e contribuições ao Estado.

-Claro que isto tudo junto, fez com que o mercado imobiliário se tivesse tornado uma feira da ladra, com casas a ser vendidas por metade do seu valor, onde também encontramos as mal faladas "casas dos bancos".

-Quando deixamos de conseguir pagar a casa ao banco, este emite um pedido de penhora, ou seja, ou a pagam ou a devolvem. Não havendo como pagar, é pegar nas coisas e nos filhos, no cão e na dor do coração e vamos morar para "onde der", muitas vezes, voltar para os pais. Os pais.....esses "lordes" com casa própria, os malandros!

-O banco, depois de já ter a casa em sua posse, devolve-a ao mercado imobiliário abaixo do valor real, normalmente em leilões da banca, onde meia dúzia de capitalistas vão carregador de notas e saem com boas casas por tuta e meia.

 

Ou seja, depois deste curtíssimo enquadramento, não acham de uma violência tremenda, andarem a fazer este tipo de propaganda ás casas das pessoas!? Quem teve esta brilhante ideia, pensou, em algum momento, se a pessoa que moda dentro da casa "com alguém interessado" não andará quase a dar o cu e 10 tostões para não a perder? É que se eu quiser vender a minha casa, eu sei a onde me dirigir e como tratar dessa questão. 

Aproveito apenas para dizer que este post não é, em ponto algum, uma crítica à Maria João Ribeiro que aparece no cartão, que, tal como todos nós, anda a fazer pela vida. Este post é uma crítica descarada à falta de pudor do departamento de comunicação da ERA em assediar desta forma o tecto das pessoas.

Tenho dito.

Sara