Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Experimentalista

Um guia, uma ideia, uma sugestão, ou apenas um sítio onde vir dar um passeio

Experimentalista

Um guia, uma ideia, uma sugestão, ou apenas um sítio onde vir dar um passeio

Qua | 07.12.16

Marmitas gonna marmitate: Caixas de transporte

Sarah

Txi ao tempo que eu já não fazia um post com os fundamentos com que eu criei este blog *cof cof*. Mas voltei as lides de test-drive, apesar de vir por aí mais um projecto! 

Eu, marmitadora confessa, que todos os dias junta o jantar de ontem com o almoço de amanhã, que demora tempo a escolher uma marmita porque não quer andar com uma trambolhice qualquer na mão que, poderá eventualmente, estragar o outfit, venho-vos falar das ditas caixinhas para transporte de comida. Mas primeiro, uma pequena rábula:

Ia eu, apertada mas sentada, numa qualquer carruagem de metro, quando me vejo acometida por um cheiro a comida, a sopa, a algo com legumes. Aquilo durou a viagem toda, já eu revirava os olhos e tentava adivinhar qual dos selvagens ali presentes, teria tido o desplante de comer sopa a uma hora daquelas! Tudo levaria a crer que seria um tipo mal encarado, sentado no assento em frente a mim. Tinha mesmo cara de quem come sopa às 8h da manhã e, pior, ainda se esfrega nela, pois só isso justificaria o tremendo cheiro a vegetais, vulgo, bufas.

Para minha salvação a pequena carruagem chegou ao seu destino e pude, finalmente, fugir daquele tormento olfactivo! Eis senão que......a porra do cheiro a sopa vinha da minha marmita. É. Era eu, dondoca de capeline em feltro cor de vinho, andava a passear-me com uma tigela de sopa mal fechada, vulgo, cheiro a bufas. Depois deste episódio decidi que, nestas condições, viver de marmita não valeria a pena, a humilhação seria demasiada e, após intensa busca, encontro estas caixas:

 

caixas marmita 2.jpg

 São da Curver e comprei-as no Continente, por menos de 5€ cada. Já tinha antes experimentado os recipientes de vidro com tampa em plástico (até porque são mais saudáveis), mas o peso não abonava nada em favor deles. Resultado, estas meninas andam há ano e meio para cá e para lá, quase todos os dias. 

Se eu gosto de lavar coisos de plástico? Não. Odeio, repudio com todas as minhas forças, mas não é nada que muita água bem quente e duas passagens de detergente não resolvam. A parte boa destas caixas: fecham hermeticamente, ou seja, ou posso ser uma ginasta olímpica a fazer mortais encarpados e usar uma coisa destas à cintura, que não há maneira de sair nada. NADA!

Além disso estas estão preparadas para ir ao microondas, não soltando químicos com o aquecimento. 

E agora vocês perguntam: então mas quando devemos trocar de caixa da marmita?

E eu respondo:

-Quando o plástico começa a soltar pequenos pedaços, como quem apanha um escaldão e fica com a pele empolada;

-Quando há manchas amarelas que não saem nem numa lavagem automóvel;

-Quando a tampa já não "arrota" quando lhe tiram o ar (sim, arrota. Este foi o slogan da Tupperware quando foi lançada: "make it burp like your baby")

-Quando forem no metro e todo o vosso cenário tiver sido destruído pela porra da sopa;

 

Atentai no que digo e ide comprar um xuxu destes.

 

Sarah

11 comentários

Comentar post